Pedagogia do Oprimido é Pedagogia Imposta

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Qualquer falante de português sabe que ser livre para escolher é quase que o oposto de ser oprimido. O oprimido é tiranizado, tem sua liberdade de escolha suprimida e a ele é imposta uma única maneira de fazer algo. Não aqui. No Brasil, país onde o duplipensar e a novilíngua orwelliana encontram aconchego de mãe, é o contrário. Tanto é assim que escolhemos para patrono da Educação, Paulo Freire, que com seu palavrório nonsense pretensamente erudito e profundo, propôs-se a nos convencer que ‘livre’ é aquele sobre o qual se impõe uma doutrinação desinibida. Justifica no engodo do ensino do “pensamento crítico”, o silêncio imposto a quaisquer pensamentos divergentes. Aliás, ‘pensamento crítico’ é outro exemplo do vocabulário novilinguístico, pois, na verdade, usa-se o termo para definir aquiescência ao pensamento dominante de esquerda.

Para Paulo Freire, um admirador de genocidas como Mao Tse Tung e Fidel Castro, oprimidos não eram os camponeses chineses que morreram de fome aos milhões na China de Mao, ou os homossexuais fuzilados pela ditadura homofóbica cubana. Oprimido é aquele que não diz amém à ideologia marxista, base de seu embuste pedagógico. Liberdade é submeter os próprios valores e os de sua família, ao Estado. Claro, obviamente, que apenas no caso em que este pregue a visão “libertadora”, ou seja, marxista. Um aprendiz, para ele, é verdadeiramente livre desde que concorde com a doutrina. Pôr em questão ou contraditar o professor que o manipula em nome da “libertação” é conformar-se com a posição do oprimido.

Vemos, claramente, reflexos dessa visão em universidades mundo afora, onde a influência de Paulo Freire não é negligenciável. O respeito pela “diversidade” impera desde que esta seja a “diversidade” certa, composta por pessoas aleatoriamente colocadas em ‘coletivos do bem’, como negros, mulheres, homossexuais. Deles, os oprimidos, se espera uma visão política única, como se dois negros tivessem que pensar de maneira igual apenas por serem negros. O objetivo é que que cada coletivo encerre em si mesmo uma homogeneidade completa e qualquer dissonância revela traição à causa (da diversidade) e não uma simples manifestação do livre pensar. Há, por óbvio, os ‘coletivos do mal’, compostos basicamente por homens, brancos e heterossexuais, cujos membros, sob esta mesma ótica, similarmente, pensam e agem de maneira uniforme. Acima de tudo, o apreço pela diversidade jamais se extende à diversidade de pensamento. Como pregou Paulo Freire, a discordância em relação à doutrina única imposta revela submissão ao opressor e esta deve ser combatida, calada. Em nome da libertação.

Felizmente, cada vez mais pessoas têm se insurgido contra o totalitarismo ideológico no âmbito educacional. Já passou da hora de restaurar a semântica e chamar liberdade de liberdade. Oprimido é um povo submetido à doutrinação sistemática e metódica que visa à adoção de princípios que não deram certo em lugar nenhum no mundo. Oprimido é o estudante brasileiro, obrigado a seguir um currículo em sua maior parte determinado centralmente pelo governo. Quem defende que os valores do Estado se sobreponham aos dos pais na educação de crianças são os que acreditam em totalitarismo. Esses podem ser de direita, como no tempo dos militares no Brasil, ou de esquerda, como os socialistas que há anos dominam o Estado brasileiro. Dizer que defende Educação e ao mesmo tempo defender ideias totalitárias é exibir ignorância ou desonestidade intelectual.

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